Marcas que Recomendo: Triya

Um fim de tarde colorido, um pôr do sol degrade… Coqueiros, quadrados, riscos, rabiscos. No começo existe sempre uma tela em branco e milhares de possibilidades. Cores que explodem lembranças de uma viagem, fotografias esquecidas, lugares, idéias. A tela pode se encher das mais diversas formas e se transformar em estampas exclusivas e cheias de charme.

Na Triya é assim, biquínis, maiôs, roupas e acessorios com estampas digital fitas de desejos, cores, formas e luzes. Usando a moda como mídia para expressar idéias e sonhos.

Criada há três anos pelas amigas Isabela B. Frugiuele, Carla Franco e Bebel Fioravantu, a Triya vem conquistando espaço no mercado com seu estilo leve e divertido. Com modelagens diferenciados e uma pesquisa de tecidos e ferragens, o objetivo da triya é cada vez mais proporcionar novas sensações para suas clientes, oferecendo sempre produtos com a melhor qualidade e fugindo das tendencias descartáveis.

Quem quiser saber mais sobre a marca só é ir AQUI.

No Fashion Rio devo confessar que foi uma surpresa ter conseguido o convite da marca, quando chego em casa depois de mais um dia cansativo de trabalho encontro um envelope na minha porta, quando abro surpresa;Um Convite….

Com um pé na África e de olho nos tigres asiáticos, a estilista Isabela Frugiuele dá um show de estamparia. Abusa um pouco de algumas formas conceituais do beachwear, tipo os maiôs rasgados, furados, vazados, meio esqueléticos no sentido de que se assemelham às costelas do corpo humano. Tomar sol com eles, nem pensar! Mas podem funcionar num cruzeiro, à beira da piscina, desde que fiquem longe do sol. Ao mesmo tempo, neste abuso ela encontra saídas criativas, como o modelo estampado de oncinha com alguns círculos vazados que criam uma ilusão de ótica super interessante: parte da peça é estamparia, parte é modelagem, mas é tudo uma coisa só. Sacada genial. O maiô costela-de-Adão de Laís Ribeiro também é delicioso.

Os modelos tomara-que-caia, marca registrada da grife, pontuam a coleção, dividindo a cena com biquínis assimétricos e maiôs reconstruídos. Mas isso tudo é pano de fundo para o espetáculo das estampas, elas sim as protagonistas de uma apresentação mais que competente. Só faltou mesmo uma edição melhor da coleção que, depois de um atraso de quase uma hora pra começar, foi muito loooonga. Mas não longa o bastante para entediar: o bonde do tigrão é uma coisa do outro mundo, kitsch que te quero mais, superfofa, dá um gás no desfile e chega ao clímax com o animal print amarelo-gema-de-ovo, que só não ganha mesmo da estampa de tigre/pantera negra rosnando, uma das imagens mais ferozes da temporada até agora.      via: ffw

Segue Fotos Do Desfile:

Bom é isso, o que acharam ????

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